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Países visitados


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Segue algo que ja devo há muito tempo (e para facilitar futuras promoções do blog-thcan thcan tchan): a lista dos países que visitei até agora.
Podem dar zoom no mapa ou clicar embaixo dele, para vê-lo maior.
A lista abaixo está em ordem alfabética:

1.Alemanha
2.Argentina
3.Austria
4.Bahamas
5.Belgica
6.Bolivia
7.Canadá
8.Chile
9.Dinamarca
10.Escócia
11.Espanha
12.Estonia
13. EUA
14.Finlandia
15.França
16.Grecia
17.Guatemala
18.Holanda
19.Hungria
20.Inglaterra
21.Irlanda
22.Italia
23.Letonia
24.Lituania
25.Mexico
26.Monaco
27.Noruega
28.Panama
29.Paraguay
30.Peru
31.Polonia
32.Portugal
33.Rep. Checa
34.Suecia
35.Suiça
36.Tunisia
37.Turquia
38.Uruguay
39. Vaticano

Ano novo em Londres

No Reveillon de 2011 para 2012, 250 mil pessoas foram ver os fogos de artifício em um dos cartões postais de Londres: a roda-gigante London Eye. Eu era uma delas. Não ligo muito para Reveillon, mas este foi especial e merece ser compartilhado.

Como o show é feito nas margens do rio Tamisa, que faz curva dentro da cidade, os pontos de visibilidade não se restringem às ruas perto. Várias pontes também possibilitam ver os fogos.

A organização é incrível. Fecham as ruas principais para os carros. Há muitos policiais nas ruas que até te mostram um mapa dos pontos de visibilidade. Eles também vão gritando com um megafone: “para ver os fogos por aqui”

À medida que as ruas vão se enchendo, eles fecham e as pessoas têm que entrar na próxima disponível.  O bom é que não é aquele cheio de gente pisando no seu pé.

Eu cheguei faltando 15 minutos para meia-noite, consegui um bom lugar para ver e não tinha ninguém grudado em mim (como podem ver no vídeo).

Meia noite em ponto: o Big Ben começa a dar as badaladas, os fogos começam. Este ano tocaram a música das Olímpiadas (no vídeo podem escutá-la). Todos começam a cantar uma música tradicional neste dia: Auld Lang Syne.

Por algum milagre foi o final de ano mais quente de todos os tempos (5 graus Celsius positivos) e não estava chovendo! Perfeito!

 Uma nota patriota: os fogos que já vi no Brasil são bem melhores: os desenhos mais criativos. A fumaça não atrapalha a visão.

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 38.000 vezes em 2011.  Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 14 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Férias…

 Neste fim de ano, aproveito para compartilhar uma lição que aprendi com as viagens. Principalmente quando observo que o Natal para algumas pessoas se resume a aspectos materialistas.

Já fiz um post sobre o tema (clique aqui), mas vale a pena ressaltar. Viajar, experimentar outras culturas, sair da zona de conforto é um grande exercício de desapego. Aprendi a não me importar muito com comodidades (não só por dormir em qualquer lugar, mas até fisicamente: tive bolhas nos pés de tanto andar, que viraram parte do meu corpo em forma de calos), com a aparência (não dá pra lavar roupa ou cabelo com freqüência, ou seja, às vezes usava roupa que já estava suja), com bens materiais (fiquei sem minha câmera digital no meio do mochilão pela América Latina), com que os outros pensam de mim (desde que não incomodasse ninguém, fazia o que tinha vontade, como dançar no meio do ônibus ou subir em lugares inusitados para tirar fotos) e até com a higiene (não dá pra tomar banho todos os dias, seja por tempo ou falta de água quente num lugar gelado). Por outro lado aprendi a valorizar mais outras coisas, tipo o contato com as pessoas, as culturas e tentar achar o lado positivo em tudo: andar suja espanta ladrão, calos evitam futuras bolhas, não ter máquina boa me permitiu disfrutar os lugares, sem preocupação em tirar fotos boas, etc…

Legal, a gente fica mais leve.

O desafio é desapegar também em nosso ambiente cotidiano…

Então desejo um Natal e um 2012 desapegados para todos nós!

E claro: muitas viagens em 2012!

Em Playa del Carmem, México, tive uma das experiências mais maravilhosas da minha vida: fiz snorkeling no mar do Caribe! O mar na verdade mais parece uma piscina: a água é transparente e você anda anda mar adentro, mas ele não fica fundo!

Snorkeling é quando você vai nadando na superfície da água, com pé de pato, tubo de respirar e os óculos com lentes de aumento. O tubo permite que você não tenha que tirar a cabeça da água para respirar. Então você fica conectado com o universo subaquático.

A sensação é única: o silêncio absoluto do ambiente fazia com que eu escutasse somente minha respiração. Era como se o resto do mundo não existisse. Fui nadando até que comecei a ver os peixinhos. Uau! Deus foi muito criativo ao fazê-los: diversas cores, formas e tamanhos. Não sabia que era tão bom observá-los nadando, brincando, comendo, se escondendo… Algo inesquecível!

O mar/piscina do Caribe

Mais Buenos Aires

Mais um videopost sobre Buenos Aires: a livraria El Ateneo. Espero que gostem…

Um dia de Julieta

Verona, é uma cidade italiana em que, diz a lenda, viveram Romeu e Julieta. Há uma casa medieval, que seria a dos Capuleto, família de Julieta. Então o turismo a vende como a Casa de Julieta. Para quem viu, é a casa que aparece no filme cartas para Julieta.

A casa tem um balcão e no pátio de entrada, uma estátua de Julieta. Há uma tradição que diz que a mulher deve passar a mão sobre o seio direito da estátua para encontrar o amor verdadeiro. Como era de se esperar, este seio já está todo gasto, de tanto a mulherada passar a mão. Além disso, no portal de entrada da casa há incontáveis bilhetes e juras de amor em várias línguas, deixadas por turistas de todo mundo.

Pois bem. Eu estava dentro da casa e, claro, fui ao balcão. Olhei lá pra baixo e vi vários turistas japoneses no pátio. Quando me viram, começaram a tirar foto de mim e mandar tchauzinho. É claro que eu entrei na onda e comecei a posar de Julieta apaixonada, colando a mão no coração, estendo os braços pro vazio, olhando pro alto e dizendo com olhar apaixonado:

-Romeu, Romeu? Onde estás?

 Os flashes dispararam, houve risos e palmas. Mas o mais divertido é imaginar que eu estou em fotos de várias pessoas que nem conheço, no outro lado do mundo…

Taí, meu dia de Julieta!

A bonita de cidade de Verona

Aestátua de Julieta com o seio gasto

O balcão e a Julieta

Romeu, romeu, onde estás?

A Turquia foi o país de cultura mais diferente à nossa em que eu estive.

Algo curioso e interessante é que sua maior cidade, Istambul (ou Constantinopla? Saiba porque neste post) é a única cidade do mundo que se situa em dois continentes. No meio da cidade passa um rio, que na verdade é o mar Bósforo, unindo o mar Negro ao mar de Mármara. Então do lado oeste é Europa e do lado este é Ásia! Claro que o povo de lá se gaba de ser “a ponte entre dois mundos”.

 Duas coisas me faziam lembrar constantemente que eu estava em um país cuja grande maioria da população é da religião mulçumana:
1) As inúmeras mesquitas. Enormes e lindas, com seus minaretes (torres características) enchendo o horizonte da cidade.
2) 5 vezes ao dia, onde quer que se esteja, se escuta as orações diárias, cantadas por toda a cidade. É emocionante. Também se pode ver as pessoas fazendo as orações no meio da rua, se curvando em seus tapetes.

 Além disso, é interessante ver os homens se cumprimentarem dando beijinhos no rosto e andarem de mãos dadas…

 Se você gostou deste post, leia também: tradição turca

Um video feito em uma mesquita na hora de uma das orações

Se fosse necessário duas definições rápidas do México, escolheria:
1) É uma explosão de cores
2) É um grande mercado*

*Devido à influência indígena, há muita gente vendendo tudo quanto é tipo de coisa (comida, roupas, música, utilidades e coisas inúteis…) em tudo quanto é lugar (ruas, igrejas, metrô…).
No metrô da Cidade do México, vendem cds (pirata, lógico). Para “demonstrar” o produto, eles entram com uma caixa de som pendurada no pescoço, e colocam trechos das músicas.

Um dia, eu estava sentada no metrô calmamente. Entra um cara vendendo cds e coloca um para tocar. Eu quase não acreditei quando escutei:
Dançando lambada ê, dançando lambada lá, dançando lambada ê  (em português mesmo). Para relembrar, clique aqui.

Hahaha! Há quanto tempo não escutava isso! Foi surreal! (aliás, outra boa definição para México).

As cores de uma rua da Cidade do México. Quem consegue achar mais vendedores ambulantes?

PD: Post em homenagem à família Chavez. Força!

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