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Se para você, como para mim, conhecer um lugar significa em grande parte conhecer as pessoas locais e não somente os monumentos, museus e edifícios, a dica é:

Sente na praça principal da cidade. Isso mesmo. Essa é uma das melhores maneiras de se conseguir estabelecer contato e começar uma conversa. A maioria das cidades de colonização espanhola, ou seja, praticamente toda a America Latina, é construída ao redor de uma praça central (geralmente conhecida por plaza mayor, plaza de armas ou zocalo), que é onde pulsa a vida publica e governamental.

Nas cidades menores, basta sentar na praça com um mapa da cidade ou guia turístico na mão, que alguém vem sempre perguntar se necessita alguma informação ou ajuda. A partir daí se pode engajar conversa sobre a cidade, os últimos acontecimentos, o modo de vida das pessoas, etc…

Aproveitando o feriado em BH, passei 4 dias em Fortaleza fazendo imagens para o mesmo vídeo do Rio. Como ninguém é de ferro, tirei um dia para desfrutar e conhecer as belezas daquela região. Fui à praia de Cumbuco, mistura de deserto e mar muito bonita e interessante (o sertão vai virar mar…).  Abaixo vocês podem ver as fotos do passeio de buggy “com emoção”: acelerando nas subidas e descidas, como numa montanha-russa (só que se eu não me segurasse bem, voaria para fora do veículo…) e do ski-bunda (escorregando duna abaixo em uma prancha até cair na lagoa). Eita Brasilzão lindo!

Pilhas renovadas para a correria habitual do final de ano. Aconteceu bastante o que adoro: conheci pessoas novas, gente interessante o tempo todo, até no vôo de volta…

Resultado da mistura de turismo e trabalho: pude ver o Brasil dos contrastes. Paisagens bonitas, calçadão bem cuidado. Mas é visível o turismo sexual. Homens de todas as idades (mais velhos principalmente) acompanhados de brasileiras, muitas com cara de meninas ainda.

Escutei uma conversa no banheiro feminino de um restaurante. Uma adolescente contava para outra:

“Perdi 3 italianos. Mas vai chegar o meu de São Paulo. Este eu já fico com ele.  Vou no hotel, passo o dia lá com ele, levo minha família (!), vamos ao Beach Park… Tem 49 anos.”

Talvez este paulista nem pague com dinheiro a menina. Talvez dê comida, ajude aqui ou ali, mas ela se submete a isso com a esperança de melhora de vida.

Entrevistei uma psicóloga do projeto social dali e ela falou que um dos grandes problemas do nordeste é que, muitas vezes, a única oportunidade de mudança de vida que a família acredita ser possível é através da prostituição infantil e adolescente…

O Brasil é tão rico em algumas coisas! Paisagens deslumbrantes, belezas para todos os gostos, povo amável… mas isso acentua o contraste com os milhões que estão excluídos da possibilidade uma vida digna.

Dunas e mar-Fortaleza, Ceará

Passeio de buggy pelas dunas do Ceará

Passeio de buggy pelas dunas do Ceará

Ski-bunda: tibum na lagoa! Ceará

Final de semana passado estive no Rio. Fui fazer uma gravação de um projeto social para um vídeo. Não sabia exatamente onde seria até o momento de entrar no carro: favela do Jacarezinho…

Logo na entrada, tivemos que abaixar os vidros do carro, para que os traficantes vissem quem éramos. Como conhecem as pessoas do projeto, que me levavam, “permitiram” a passagem.

Vi várias pessoas com caixas cheias de drogas, como se fossem camelôs. Escutei:

- crack de um e maconha de dois.

Fiquei curiosa: 1 ou 2 o quê? Gramas, pacotes? Reais não pode ser… muito barato.

Mas depois me informaram que sim: eram 1 e 2 reais!!!! Como assim? Muito barato! Qualquer pessoa pode comprar!

Na saída, tivemos que passar a pé nesta rua. Senti-me numa cena desses filmes como Cidade de Deus. A poucos centímetros de mim, pessoas jogadas na rua, se drogando. Outras vendendo cocaína, maconha e crack tão abertamente como se vendessem CDs nas ruas… Olhava tudo com olhos curiosos e depois me falaram que ainda bem que eu estava de olhos escuros e não dava para ver onde eu olhava, porque estava olhando muito. Mas parecia tudo tão natural que cheguei a perguntar:

- O que é isso amarelo?

Ainda bem que o traficante não escutou e o pessoal do projeto me falou que era crack.

Ao meu lado passou um homem com uma metralhadora enorme…

Já fui a muitas comunidades carentes, inclusive favela em Belo Horizonte. Já tinha visto aquela enorme quantidade de lixo na rua, o tamanho minúsculo das casas para várias pessoas, crianças brincando ao lado do esgoto aberto, já escutei histórias de vidas destruídas pela droga, etc, mas vê-la assim tão solta me chocou.

Só há 3 possibilidades para tamanho descaro:

1)     Os traficantes sabem que a polícia não vai aparecer por ali.

2)     O crime é realmente tão “organizado”, que possui um esquema rápido de evacuação, com informantes nos arredores e lugares para esconder a “mercadoria”.

3)     As duas hipóteses acima juntas.

Sem comentários…

Cheguei à Bolívia de ônibus. A idéia era pegar o famoso trem da morte na fronteira com o Mato Grosso, até Santa Cruz. Mas chegando a Puerto Soarez, a cidade de onde sai o trem, fico sabendo que há uma greve dos ferroviários e que talvez o trem das 17 horas não saia. Conversando com uma mulher e um senhor bolivianos, descubro que vai sair um ônibus “extra-oficial” às 17h30 e que havia 3 últimos lugares disponíveis. Esse era o horário em que iam dar o informe se o trem sairia ou não. O senhor não queria ir de ônibus, disse que não existe estrada, é perigoso e desorganizado. Tive segundos para tomar uma decisão difícil: ir de ônibus e perder a chance de ir no trem da morte, básico para qualquer aventureiro na Bolívia e Peru, ou arriscar a ficar ilhada por não sei quanto tempo numa cidadezinha sem nada interessante?

Comprei a última passagem do ônibus. Bom… a última passagem sentada. Porque logo entraram mais umas 10 pessoas e se sentaram no corredor. Detalhe: a viagem duraria mais de 20 horas.

O ônibus:

- antigo, com malas e sacolas por todos os lados, inclusive no chão. Ou seja, caminhávamos “por cima” das sacolas das outras pessoas. Claro que não havia lugar pra minha mochila, mas achei até bom levá-las sob meus pés.

- muito empoeirado. Logo descobri que não o mantinham limpo, porque não adiantaria: o calor obrigava as janelas a ficarem abertas (já que não havia ar condicionado) e, como o caminho era de terra, entrava muito pó.

- sem banheiro (20 horas, lembram?)

A viagem:

- Peso extra+ estrada com pedras= pneu furou duas vezes.

- O motorista parou duas vezes, em duas vilas no caminho, supostamente para o jantar e o café-da-manhã. Mas os “restaurantes”, não tinham comida (sorte que tinha muitos lanches na bolsa).

- O senhor mencionado, de uns 60 anos, ia ao meu lado e ficou tentando passar a mão em mim a noite inteira.

- A poeira era tanta que eu fiquei toda coberta de pó, me sentindo a mulher-poeira e comecei a ter alergia.

- Durante a noite, semi-adormecida, ouvi uns gritos e senti um forte tranco: o motorista tinha cochilado, o ônibus começou a sair do caminho e a cair na ribanceira! Mas quem estava na frente gritou e o motorista conseguiu evitar o pior. Se eu morresse ali no meio do nada, num ônibus pirata, provavelmente minha família nunca mais saberia de mim! Durante a noite, na escuridão total, vi uma estrela cadente e meu pedido foi:

Quero chegar viva!

(Detalhe importante, descoberto depois: o trem das 17h30 não saiu, e os grevistas impediam que mais ônibus saíssem. Durante 4 dias, não houve transporte público de Puerto Soarez a Santa Cruz….)

Para coroar a história:

Quando alguém disse que faltavam 5 horas para chegar, eu disse alto:

- Horas, passem rápido.

Mas aquele senhor, encantado comigo, começou a cantar um bolero em espanhol, chamado El Reloj, que diz assim:

“Relógio, não marque as horas, porque quando a manhã chegar, ela se vai pra sempre,

Só temos esta noite para viver nosso amor, e o seu tic-tac me lembra minha dor.

Relógio, detenha-se! FAÇA DESSE MOMENTO ETERNO!!!!!”

 

Trem da morte? Duvido que teria sido mais emocionante que meu ônibus da morte.

Bolivianazinha e sua llama, na isla del sol, lago Titicaca, Bolivia

(continuação do post anterior)

… a outra maneira de se conseguir um trabalho num cruzeiro é através de agências especializadas. Não posso recomendar nenhuma porque não utilizei, mas é só procurar no Google. Algumas fazem você pagar uma taxa ,outras cobram só da empresa. Se não tiver agência na sua cidade, pode-se fazer tudo por internet e só ir para as entrevistas. É quase certa a contratação porque as empresas precisam de muita gente. Não só por causa do tamanho dos navios atuais ou do crescimento do mercado, mas porque toda temporada muitos tripulantes não voltam mais (se cansam da vida sem liberdade).

Por tanto, nem é preciso experiência em nada para virar tripulante. Se você tem alguma experiência em alguma função em hotelaria ou que se necessite a bordo, como fotógrafo, cabeleireiro, artista, vendedor ou crupier, tem chances de trabalhar nestas áreas. Caso contrário, as agências fazem uma entrevista e análise de currículo para ver a função ideal para cada perfil. Há muita oportunidade para garçons e faixineiros por exemplo, porque não requer experiência.

O requisito básico é o idioma. É necessário ter um nível intermediário de inglês, que é a língua oficial entre os marinheiros. Se os passageiros são de alguma nacionalidade cuja língua não é o inglês e você quer trabalhar em alguma função em contato com o público, também tem que dominar o idioma dos passageiros.

Agora nesta categoria “Como consegui” quero escrever algumas coisas práticas sobre como eu consegui fazer algumas coisas. Começo pelo que mais gente tem me perguntado:

Como conseguir um trabalho num navio de cruzeiro?

Comigo foi o seguinte:

Era um sonho antigo, porque acreditava que era a perfeita junção entre trabalho e diversão conhecendo lugares. Pensei então em tentar fechar a experiência européia fazendo este trabalho. Mas não queria entrar em uma agência dessas que contratam tripulantes, porque geralmente te fazem pagar pelo serviço. Resolvi arriscar. Se desse, bem.

Eu tinha claro que queria um navio que fizesse rota pelo Mediterrâneo.

Então fiquei horas pesquisando na internet empresas de cruzeiro européias que faziam esta rota e cujos passageiros eram de línguas que eu dominava.

Fiz um curriculum caprichado e uma carta de apresentação, dizendo as três funções que eu achava que se encaixavam no meu perfil. Na verdade, não queria pegar qualquer trabalho. Não poderia, por exemplo, fazer trabalhos pesados, devido a um problema na coluna.

Mandei meu curriculum pela internet mesmo para essas empresas. Algumas inclusive têm no site as vagas abertas e você pode se inscrever.

Além disso, vi que haviam 3 empresas espanholas. Na que tem sede em Barcelona eu fui pessoalmente entregar o cv. Nas com sede em Madrid, enviei por correio postal.

Uma delas me chamou para um contrato de 6 meses no Caribe. Recusei. E se eu não gostasse? Minhas condições eram: mediterrâneo e contrato curto (mas é super raro, quase inexistente contratos inferiores a 6 meses).

Pensei que não teria chance com esta empresa, mas não é que ela me chamou dois meses depois para um contrato de 3 meses pelo Mediterrâneo e na função que eu mais queria?

Bom, essa foi a minha história. Não sei dizer se é uma exceção ou se na verdade existe mais gente que consegue ser contratada sem passar pelas agências. No próximo post (que este já vai grandinho), conto como funcionam as agências e também os requisitos para ser tripulante….

Enjôos a bordo

Quanto aos enjôos, minha estréia foi em grande estilo, digamos. Na minha primeira manhã a bordo, tomei um café reforçado, com sucos e leite. Logo tive que ir para um treinamento com um oficial. O navio balançava bastante e não deu outra: acabei vomitando diante dele. Foi aí que me contaram o segredinho: para não enjoar, não se deve beber nada. É o líquido no estômago que, ao mexer com o balanço do barco, provoca o enjôo. Se não há líquido no estômago, não há enjôo. Em geral não se sente o movimento do navio. Só quando há mau tempo. Neste caso, a ponte de comando avisa aos departamentos que o navio vai mexer e eu cansei de passar sede para não enjoar…

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O por-do-sol do navio costuma ser bonito. Foto num dia de gala.

Ois. Em primeiro lugar, obrigada pelos comentários enviados a meu mail, sobre o vôo de asa delta. Embora teve muita gente que quer me mandar para o espaço: algumas pessoas escreveram “terra, água e céu.. agora só falta o espaço”, “só falta a lua”, etc… hahaha Fantástico,  mas ainda tem muita coisa linda nesta nossa Terra para ver e sentir….

Enfim, tudo o que permeia este blog se refere de certa maneira a mudanças (de lugar, de expectativas, de opiniões…). Então hoje quero compartilhar com vocês um texto que minha amiga Mari me enviou. Não consegui confirmar 100% (sabem como é a internet), mas parece que  é de autoria da Lya Luft. Achei muito interessante.

A IDADE E A MUDANCA – Lya Luft

Para quem não conhece, Lya Luft é uma escritora brasileira, professora e tradutora. Após um evento sobre o dia da mulher, ela fez o comentário abaixo:

“Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades. E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi. Foi um momento inesquecível… A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito. Aí fiquei pensando: ‘pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?’

Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado ‘juventude eterna’. Estão todos em busca da reversão do tempo.

Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas. Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.

A fonte da juventude chama-se “mudança”.

De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora. A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos. Mudança, o que vem a ser tal coisa?

Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.

Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu.

Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Rejuvenesceu.

Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.

Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna. Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho… Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.

Olhe-se no espelho…

Finalmente consegui postar o vídeo do dia em que voei. Fiz uma edição dos momentos mais emocionantes.

Voem comigo!

Nova aventura

Bom, compartilho com vocês o presente do “aniversário especial” que me dei. Depois de conquistar terra e mar faltava o que? Isso mesmo: o céu. Calma, não virei aeromoça, mas realizei um desejo antigo: voar de asa delta!

Acho que nenhuma palavra pode descrever a emoção, a sensação de voar. Mas tentarei aqui resumir um pouco da história.

Perto de Belo Horizonte já não fazem mais vôos duplos, então escolhi um lindo cenário para meu vôo de estréia: Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, a sede das Olimpíadas 2016.  

Aproveitei o feriado e arrisquei vir, mesmo com a cidade sob forte temporal havia dias. Cheguei junto com o sol. O tempo estava bem melhor. Havia uma nuvem sobre a pedra da Gávea, que às vezes impedia o salto, mas não a visibilidade. Além disso, o vento estava ótimo para voar.

Tinha procurado pela internet e há vários pilotos que fazem vôo duplo. Conversei com alguns, mas acabei fechando com o Ronaldo Freire, nesses golpes de sorte que eu costumo ter. Não poderia ter escolhido melhor o primeiro homem que me levou às nuvens. Recomendo muito o trabalho deste profissional pela experiência, profissionalismo e pela simpatia.

Se quando entrei no navio escutava “Maresia” (Ah! Se eu fosse marinheiro), da Adriana Calcanhoto, antes de voar, escutava no mp3: “Volare, cantare”, com os Gipsy Kings (para a letra, clique aqui).

Subimos na pedra, eu recebia a instrução tão simples de “corra”, mas escutava “corra rumo ao abismo e entregue-se ao nada” e… de repente… meus pés não sentiram mais o chão. Vi árvores, casas, carros, mar e pessoas do alto, 500 metros abaixo de mim! Eu flutuava! Não! Eu voava! Fiquei emocionada! Estava ali, levada nos braços do meu amor platônico e velho companheiro de aventuras, o vento (Px)! Passarinhos passavam ao nosso lado e eu, como boba, dava tchauzinho e conversava com eles.

Para seguir a minha história de vida, acabei tendo duas emoções extras:

  1. Ronaldo viu que eu gostei da coisa e segundo ele, meu peso era tão insignificante para a asa delta, que ele pôde fazer umas manobras tipo “frio na barriga” com toda segurança.
  2. Um outro piloto não viu a gente, se aproximou demais e acabamos sendo “empurrados” para o mar, sobre o qual se perde altitude mais rapidamente. Mas com a experiência e o grito de Ronaldo, não teve perigo.

Recomendo muito esta aventura a quem tem vontade. Só se voa se as condições permitirem e é um esporte dos mais seguros.  Contato do piloto: www.asadeltario.com- xflyrio@hotmail.com- (21) 7816-5741

 

Voando com a cidade maravilhosa sob meus pés

Voando com a cidade maravilhosa sob meus pés

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